Read Hotel Memória by João Tordo Online

hotel-memria

Onde termina a culpa e começa a expiação? Em Nova Iorque, um estudante apaixona-se por uma rapariga enigmática com quem vive uma intensa relação. Mas a morte desta, inesperada e violenta, enche o protagonista de culpa e remorso., lançando-o numa espiral descendente até o transformar num vagabundo, sem dinheiro e sem posses. Prisioneiro do Memory Hotel, um pardieiro da baixOnde termina a culpa e começa a expiação? Em Nova Iorque, um estudante apaixona-se por uma rapariga enigmática com quem vive uma intensa relação. Mas a morte desta, inesperada e violenta, enche o protagonista de culpa e remorso., lançando-o numa espiral descendente até o transformar num vagabundo, sem dinheiro e sem posses. Prisioneiro do Memory Hotel, um pardieiro da baixa de Manhattan que parece destinado a albergar criaturas perdidas como ele próprio, é contratado por Samuel, um milionário excêntrico, para procurar um fadista português emigrado para os estados Unidos quarenta anos antes.Tendo Nova Iorque como pano de fundo, dos anos sessenta até ao presente, e criando a figura inesquecível de Daniel da Silva, o fadista que conquista Manhattan com o seu talento, Hotel Memória é, ao mesmo tempo, um romance de mistério e aventura nos meandros da condição humana - uma história simultaneamente intrigante e comovente, que lida com os fantasmas da memória, da culpa e da redenção....

Title : Hotel Memória
Author :
Rating :
ISBN : 9789728998523
Format Type : Hardcover
Number of Pages : 226 Pages
Status : Available For Download
Last checked : 21 Minutes ago!

Hotel Memória Reviews

  • Rosa Ramôa
    2019-02-25 13:36

    Hotel Memória é uma história sobre o drama da culpa...O verso e o reverso desse sentimento (?).É um enredo que tarda a acontecer.As poucas personagens mantém a expectativa até ao final...Obsessão e Culpa.Castigo.Em Nova Iorque,a partir dos anos sessenta !

  • Carolina Paiva
    2019-03-10 10:39

    Ler este livro é como espreitar por uma porta entreaberta, tive a sensação de estar a ler algo que não deveria, a folhear as páginas de um diário às escondidas. O protagonista é levado a todos os limites: do amor, da culpa, da dor física, do sofrimento. A certo ponto torna-se difícil acompanhá-lo, vê-lo levar tantos pontapés (alguns literais) e manter-nos à margem. Nessa altura há qualquer coisa que nos faz vaguear pelas divisões da casa, como se procurássemos desesperadamente uma solução, uma saída. Acompanhamos um estudante recém-chegado a Nova Iorque que parece dar por si em situações cada vez mais difíceis de resolver, como se a sua vida se fosse tornando num novelo impossível de desembaraçar. E nós sabemos, logo ao princípio sabemos que vai tudo correr mal. Ler este livro é como caminhar por um túnel escuro onde pressentimos sombras e fantasmas que nunca se revelam, pelo meio surge o cheiro a queimado e vamo-nos perguntando "o que estará a arder?". Hotel Memória é o pior sítio do mundo para o protagonista, pois ele conhece o seu passado e parece adivinhar os seus maiores receios. Quando ele chega a este lugar já está destruído, pensamos nós. Mas não, há sempre um pedaço que permanece intacto e no Hotel Memória todos eles são impiedosamente destruídos. Porém o livro não vive só deste rapaz, temos personagens marcantes como Daniel da Silva (um fadista português desaparecido), Samuel (um excêntrico milionário russo), Kim (a rapariga enigmática) entre outras personagens secundárias igualmente memoráveis. Assim, neste livro o autor consegue combinar um pouco de quase tudo: mistério, aventura e policial com uma preocupação pelo desenvolvimento dos personagens que normalmente não encontramos neste género de livros. No meu caso, como fiz a viagem ao contrário (começando pela trilogia) está a ser duplamente interessante descobrir as bases que lhe permitiram torna-se naquilo que é hoje: um belíssimo escritor. Vale a pena procurar por este livro nos sítios mais improváveis, actualmente não se encontra à venda mas faz muita falta nas prateleiras. "Quando o medo tomou conta, a primeira coisa a desaparecer foi o tecto sobre a minha cabeça."

  • Isabel Maia
    2019-02-25 13:40

    Na cidade que nunca dorme, Nova Iorque, surge-nos um narrador do qual não sabemos quase nada. Apenas que é um estudante de pós-graduação em Literatura Inglesa e que tem um fascínio pelo livro Moby Dick de Herman Mellville. Quando Kim, uma jovem e misteriosa mulher, entra na vida do nosso narrador que ora responde pelo nome Ismael, ora por Bartleby, no espaço de poucos meses este sobe aos céus de felicidade e desce aos infernos da depressão e da auto-destruição, procurando uma anestesia para a sua dor no fundo de cada copo bebido. É na sequência desta espiral degenerativa que o agora ex-estudante vai parar ao decrépito Memory Hotel e o seu destino se cruza com duas personagens peculiares e misteriosas: Samuel, um excêntrico e algo obcecado milionário russo; e Daniel da Silva, um fadista de Lisboa que conquista os Estados Unidos com a sua voz, o seu talento e a originalidade das músicas que canta.Memória… Escreve Paul Auster que “…a memória não é um acto de vontade. É uma coisa que acontece à revelia de nós próprios.” Todas as memórias trazem consigo sentimentos agridoces. Umas queremos mantê-las presentes, outras queremos esquecê-las o mais rápido possível. João Tordo traz aos leitores, neste livro, um enredo envolto em mistérios, segredos e intrigas. No entanto, nenhum desses mistérios fica perdido ou ar ou fica por desvendar. Demore mais ou menos páginas, tudo acaba por ter uma conclusão até à última das páginas. Por isso mesmo, é um enredo complexo, onde passado e presente se encontram em factos concretos que nos deixam quase incrédulos. Outro dos pontos interessantes do livro é o estilo da escrita. Ao descrever com palavras muito ligadas aos sentidos cada momento e cada lugar, o leitor é arrastado para a mente da personagem. Parece que estamos presentes a assistir a cada golpe infligido a Ismael, sentimos o medo provocado pelas ameaças de Sakovski ou somos arrastado para o desânimo que não esmorece, por mais álcool que se beba. Falando de novo em memória, e em jeito de conclusão, este é um livro que fica na memória.

  • Elisabete Teixeira
    2019-03-04 10:26

    Tendo em conta as obras que li de João Tordo, é um autor que mantém uma coerência que o distingue de outros, através da sua escrita e dos enredos que cria.Sou já uma fiel seguidora e este livro veio mostrar-me que estou no caminho certo.João Tordo criou um enredo com poucas personagens, fortes e bem definidas, e explora, de alguma forma, a sua obsessão, culpa e castigo, numa narrativa que mantém a expectativa até ao final.É uma leitura relativamente pesada, na medida em que foca alguns dos aspetos mais obscuros dos seres humanos, mas é isso que para mim também a valoriza.

  • David Pimenta
    2019-03-01 14:11

    É o quarto livro do português João Tordo que acabei de ler e é o primeiro ao qual atribuo cinco estrelas, sem receio de o colocar nessa classificação. O Hotel Memória é uma relíquia na literatura portuguesa contemporânea, ninguém pode dizer o contrário. Ainda não havia sinal do Prémio José Saramago (não podemos negar que foi a partir desse galardão que o nome do escritor passou a estar debaixo das luzes da ribalta e dos críticos), mas já se sentia a qualidade da história apresentada.A história apresenta várias fases: o romance entre o protagonista e Kim; a investigação sobre o fadista desaparecido em Manhattan; a perda do olho e a descoberta da verdade. São estes os pontos chaves que me prenderam a atenção durante as pouco mais de duzentas páginas. João Tordo escreve bem. E quando digo isto não estou a fazer um elogio forçado, estou a ser simples e completamente direto com as minhas palavras. João Tordo, tu escreves maravilhosamente bem e sabes como usar as palavras e onde as colocar. Embala o leitor em ação quando menos espera, vira a história de pernas ao ar e dá tempo para respirar no fim. Respirar e dar um pouco de serenidade. Aconselho vivamente a todos a leitura deste Hotel Memória. O livro contém a dose certa de solidão, vingança, individualidade e diria mesmo maldade dentro do ser humano. Cinco estrelas, sim senhor!PS - Afinal não é o meu primeiro livro do João Tordo ao qual atribuo cinco estrelas. Sempre soube que a Anatomia dos Mártires me tinha marcado!5/5

  • Ana Cláudia
    2019-02-28 08:33

    "Disse-me, antes de vestir o casaco e colocar o gorro na cabeça para sair e enfrentar o frio daquele Janeiro gelado, que trabalhava para um morto, um morto que tinha enterrado um vivo na sua própria casa,"

  • Filomena
    2019-03-21 08:16

    Portuguese Paul Auster?

  • Nogueira
    2019-02-21 15:37

    Nesta obra mergulhamos juntamente com o narrador nos meandros nova-iorquinos, acompanhando o jovem estudante (que como tantos outros chega aos EUA cheio de sonhos, projetos e expectativas) numa espiral descendente ao submundo do crime, culpa, castigo, vingança, remorso e resignação...A história flui extremamente bem (segmentada é certo, mas com uma interligação sólida entre as diversas partes) e o desenvolvimento da personagem principal é credível. Não conhecia a escrita de João Tordo e admito que gostei da forma crua e simples com que nos transmite o desenrolar de acontecimentos e principalmente como nos descreve as consequências psicológicas que estes têm na vida do narrador, cuja memória o assombra e às vezes se tolhe, confunde e engana... rapidamente este segundo aspeto se torna o ponto principal da obra, mas novamente escrito de uma forma simples, sem grandes procupações formais e principalmente sem pretenciosismo - este foi o primeiro livro deste autor que li e deixou-me curioso em conhecer melhor os seus outros títulos.

  • João Silva
    2019-02-24 11:21

    É bom navegar por um mar de referências comuns. A descida do ser à sua essência humana; a procura incessante por uma resposta. Todas as grandes histórias deveriam ter Nova Iorque como cenário!

  • Natacha Martins
    2019-03-16 09:34

    O protagonista da história é, mais uma vez, uma personagem sem nome. Neste livro o protagonista é um estudante, oriundo de uma pequena cidade europeia que deixou, rumo aos Estados Unidos, mais precisamente ruma à Big Apple, para prosseguir os estudos em Literatura. Este homem, surge-nos, desde logo, como alguém inseguro, tímido, com uma personalidade pouco vincada, que parece ter encontrado nos livros e na bolsa de estudo que conseguiu, uma forma de escapar a uma família aparentemente sufocante, que raramente é mencionada. Mesmo nos seus piores momentos a possibilidade de recorrer à família nunca é equacionada.Tudo parece correr bem e, embora não seja a pessoa mais sociável do mundo, encontra em Manuel e em Kim, a rapariga por quem se apaixona, toda a companhia de que precisa.A imagem que é passada dele é a de uma pessoa um pouco vazia de ideias próprias, sem grandes vivências próprias para além das que encontra nos livros. Kim, por outro lado surge-nos como uma miúda cheia de mistérios, de ar distante, que parece já ter percorrido um grande caminho para estar onde está. O nosso protagonista apaixona-se por ela logo no primeiro momento em que se cruzam e é uma paixão breve mas intensa, que acabam por viver.Quando Kim morre de forma inesperada e violenta, a vida deste homem muda, literalmente da noite para o dia, iniciando-se aí uma espiral crescente de loucura, alheamento e solidão. Destroçado pela perda da mulher que amava, corroído pela culpa que não consegue evitar sentir pela sua morte, soterrado em memórias do que viveram juntos e do que esperava viver ainda com ela, torna-se um homem muito só, tristemente só... A solidão é, aliás, um sentimento ou uma condição, da qual sofrem muitas das personagens criadas por João Tordo.Sem força anímica para dar uma volta à sua vida depois de Kim morrer, vira-se para a bebida e quando é obrigado a sair da residência universitária, por ter perdido a bolsa, chega a dormir na rua. Vai trabalhar em locais e para pessoas de índole duvidosa e acaba a viver no Hotel Memória, o único abrigo que consegue pagar. É no Hotel Memória que muitos dos acontecimentos têm origem e é para lá que tudo parecer tender. É lá que conhece Samuel e ouve falar pela primeira vez do fadista português Daniel Silva, um mito da cultura nova iorquina que, reza a lenda era dono de uma voz prodigiosa mas que nunca chegou aos ouvidos do grande público porque a única cópia da sua única gravação em estúdio desapareceu sem deixar rastro, tal como o seu autor.Samuel é um multimilionário, mecenas da cultura, e procura o protagonista para que este o ajude a encontrar Daniel Silva. O que o levou a ele, quem é Daniel Silva e qual e o interesse de Samuel no mesmo, são apenas algumas das questões que vão sendo respondidas ao longo do livro e que ajudam o nosso protagonista a sair do estado de apatia em que se encontrava. É um livro muito bem escrito, com uma aura de mistério que João Tordo consegue transmitir muito bem. A história, à semelhança dos outros dois livros que li dele, é um pouco absurda, no sentido de não ser, de todo, uma história linear e que respeite uma estrutura narrativa típica dos livros de mistério ou mesmo dos policiais. As personagens são estranhas, inadaptadas e cheias de conflitos interiores. O protagonista vai sofrer, e muito até conseguir encontrar a paz interior necessária para prosseguir com a sua vida. Esta não é uma personagem particularmente simpática, é fraco, como se costuma dizer "não tem espinha dorsal", mas acaba por crescer, ao longo de livro, tornando-se mais merecedor da nossa empatia. Aliás, com excepção de Kim e Manuel, com quem foi fácil criar alguma empatia, nenhuma das outras personagens são simpáticas. Não quero dizer com isto que são más personagens, ou mal concebidas, antes pelo contrário, são antes seres humanos cheios de vícios, egoístas, que se movimentam num mundo cheio de tudo e ao mesmo tempo cheio de nada. É um livro relativamente pequeno, em número de páginas, mas é um que exige uma leitura mais cuidada, mais atenta para poder saborear e apreender tudo aquilo que está para além das palavras.Gostei e recomendo!Boas leituras!

  • Graciosa Reis
    2019-02-24 09:28

    Como os fantasmas da memória e da culpa podem dar cabo da vida de uma pessoa, um jovem, neste caso.

  • Susana Pereira
    2019-03-07 15:32

    Foi a minha primeira experiência com o João Tordo.Confesso que não estava à espera deste estilo de escrita mais "clássico", em que o que importa é a história que se está a contar e não se a estrutura é inovadora ou o estilo rebuscado e original, como acontece com a maioria dos outros jovens autores portugueses.Senti-me cativada pela narrativa e completamente transportada para as situações descritas. O facto do narrador nunca se identificar devidamente dá mais uma aura de mistério à história mas já ouvi dizer que isso é comum a outros livros deste autor. Em relação a Paul Auster, não sei se fiquei sugestionada com o comentário de outra BookCrosser, ou com a citação logo no início do livro, ou se foi por a acção se passar maioritariamente em Nova Iorque, mas a verdade é que quando estava a ler o livro pensei "Porque é que isto me faz lembrar Auster?" :) Mas há pelo menos uma diferença entre este livro e alguns de Auster que li: é que este tem a história fechada, não ficam pontas soltas no fim, nem acontecem coisas só porque sim...

  • Elisabete
    2019-03-03 13:22

    A minha curiosidade era muita em relação a este escritor. Para além de recolher opiniões muito favoráveis dos leitores, ganhou uma série de prémios literários. Assim, decidi lê-lo, cheia de expetativas. Gostei muito da parte inicial do romance. Cativou-me, prendeu-me. No entanto, a partir de certa altura, achei a trama algo previsível e até um pouco enfadonha. João Tordo escreve bem, disso não tenho dúvidas, tem um bom ritmo... mas, acabei por me ir desligando da história, que não achei particularmente interessante. Nem tive assim tanta vontade de deslindar o tal mistério.Talvez tenha contribuído para esta (quase) insatisfação o facto de ter lido imediatamente antes um dos melhores livros de sempre - «A escolha de Sofia», de William Styron. Sim, talvez tenha sido só isso...Agora tenho cá por casa «O bom Inverno», para confirmar ou refutar a minha opinião inicial.

  • Patrícia
    2019-03-14 15:14

    Por algum motivo obscuro resisti durante muito tempo a ler os livros de João Tordo. Sinceramente nem sei bem porquê mas sempre que tinha que decidir entre aquele livro e outro escolhia o outro. Há cerca de dois meses o Hotel Memória veio parar-me às mãos (mais um livro em movimento através da Roda dos Livros) e nem sequer veio muito bem recomendado. Mas apeteceu-me lê-lo e ainda bem que o fiz.É o melhor livro do mundo? Não. Traz muitas novidades? Não. Mas lê-se bem, é diferente do que se escreve por cá e faz-me ter vontade de ler mais histórias deste escritor.http://www.ler-por-ai.blogspot.pt/201...

  • Branca
    2019-03-15 15:37

    Mais um género de investigação com um toque à portuguesa.Não que tenha desgostado do livro. Não que ache que João Tordo seja desprovido de mérito. (...) Apenas não é bem o meu estilo de leitura e, como tal, não exige em demasia a minha atenção/não me capta para merecer quatro estrelas.É bom para 'mudar de ares' e para fazer companhia aquando insónias + narina direita entupida, mas (acho que) apenas isso.(aqui fica)

  • José Coelho
    2019-03-21 15:21

    Hotel Memória é um belíssimo livro que me vai ficar no pensamento durante bastante tempo. Como ficam os grandes livros. Não é para mim uma surpresa depois de ter lido "O Bom Inverno" também de João Tordo no entanto é claramente superior e conta sobretudo uma história riquíssima do inicio ao fim.

  • Inês Montenegro
    2019-02-24 12:25

    Uma história que não se apressa a fazer-se conhecer, desenvolvendo-se com os fantasmas e batalhas de personagens distintas. Encontra-se bem escrito, no entanto sente-se a falta de algo, o que o torna medianamente bom.

  • São Palma
    2019-03-03 10:14

    Na realidade, estas 4 estrelas equivalem a 3.50...3.75... Mas sempre ouvi dizer que em caso de dúvida, mais vale beneficiar quem não sabermos muito bem se merece, do que prejudicar e ficarmos para sempre a pensar que fomos injustos. Acho que dentro do seu estilo, é um bom livro :) ...

  • Eugénio Lojo
    2019-03-13 09:40

    Agarra o leitor desde a primeira página e não o solta até o mesmo fim da história. Um narrador imenso, com o sentido exacto de como dosificar a informação. A história é apaixonante e crua. Um livro imprescindível.

  • Ana Sousa
    2019-03-06 13:29

    Foi o primeiro livro que li do autor e é um romance que capta a nossa atenção do início ao fim. Trata-se de uma mistura de várias personagens cujas vidas e sentimentos se cruzam, entre o passado e o presente, em Nova Iorque, no final do séc. XX. Simplesmente, genial!

  • João Lopes
    2019-03-12 14:29

    Uma história que envolve o leitor do príncipio ao fim. Perfeito para um guião cinematográfico.

  • Dora Vicente
    2019-03-02 11:22

    Para mim, o melhor de João Tordo até agora. Tenho a sensação que de facto conheci alguns daqueles personagens, e que partilhámos os mesmos espaços. Final brilhante.

  • Paulo Coutinho
    2019-03-03 09:28

    Bem escrito, lê-se bem e voltarei à obra do João Tordo, mas falta-lhe uma centelha distintiva.

  • Cat
    2019-02-22 09:39

    Liked it. It's a good one.

  • Isabel Gaspar Pereira
    2019-03-04 12:13

    Foi o primeiro livro do autor que li e fiquei sem grande vontade de ler outros. Nao acho a história particularmente boa, nem sou grande apreciadora do estilo.